quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Carta para Papai Noel

Querido Papai Noel, 

Eu podia te pedir um bocado de coisas que custassem caro: um carro, jóias, uma bolsa da Prada ou mesmo um vestido Armani. Mas este ano eu quero uma coisa melhor, uma coisa que dinheiro não pode comprar. Sei que vai ser mais difícil de conseguir do que o meu Armani ou a minha Prada, mas é importante pra mim, então espero que me entenda... e me atenda. A baixo segue a lista de presentes que eu tanto almejo:

1. A família reunida em união.

2. Sentir todas as manhãs que eu tenho um bom motivo para levantar da cama sorrindo.

3. Estar perto de todos os meus amigos e que a cada sorriso que eles coloquem em meu rosto eu me lembre o porquê eles são meus amigos.

4. Quero que quando apareça uma nova oportunidade eu não a desperdice pensando que deve haver uma forma mais fácil.

5. E por último, eu quero sentir, nem que seja apenas por um dia, que eu não preciso de mais nada, que estou completa por inteiro... que estou realizada.

Sei que a lista é grande e o que eu peço não esta a venda, mas também sei que para o “bom velhinho” nada é impossível.

Desde já obrigada.




domingo, 25 de março de 2012

Reestreia

Não tenho conseguido fazer postagens tanto como eu gostaria, os motivos são: falta de tempo, disposição e principalmente, falta de internet.

Eu até ia escrever alguma coisa agora, mas faltou inspiração e eu tenho que sair. Mas queria aproveitar e pedir desculpa aos leitores, principalmente aos que deixaram comentários que eu levei meses a responder. Não posso prometer que vou entrar com mais frequência, mas posso prometer que irei tentar... farei o possível.


Beijos e abraços!

quinta-feira, 1 de março de 2012

O Alzheimer por Roberto Goldkorn

Boa noite!

Recebi um e-mail super interessante que eu achei que seria bem legal compartilhar. Então ai vai a dica para vocês!

Sobre o Alzheimer por Roberto Goldkorn, psicólogo e escritor.

Meu pai está com Alzheimer. Logo ele, que durante toda vida se dizia 'o Infalível'. Logo ele, que um dia, ao tentar me ensinar matemática, disse que as minhas orelhas eram tão grandes que batiam no teto. Logo ele que repetiu, ao longo desses 54 anos de convivência, o nome do músculo do pescoço que aprendeu quando tinha treze anos e que nunca mais esqueceu: esternocleidomastóideo.

O diagnóstico médico ainda não é conclusivo, mas, para mim, basta saber que ele esquece o meu nome, mal anda, toma líquidos de canudinho, não consegue terminar uma frase, nem controla mais suas funções fisiológicas, e tem os famosos delírios paranóicos comuns nas demências tipo Alzheimer.
Aliás, fico até mais tranqüilo diante do 'eu não sei ao certo' dos médicos; prefiro isso ao 'estou absolutamente certo de que....', frase que me dá arrepios.

E o que fazer... para evitarmos essas drogas? Como?

Lendo muito, escrevendo, buscando a clareza das idéias, criando novos circuitos neurais que venham a substituir os afetados pela idade e pela vida 'bandida'.

Meu conselho: é para vocês não serem infalíveis como o meu pobre pai; não cheguem ao topo, nunca, pois dali só há um caminho: descer. Inventem novos desafios, façam palavras cruzadas, forcem a memória, não só com drogas (não nego a sua eficácia, principalmente as nootrópicas), mas correndo atrás dos vazios e lapsos.

Eu não sossego enquanto não lembro do nome de algum velho conhecido, ou de uma localidade onde estive há trinta anos.. Leiam e se empenhem em entender o que está escrito, e aprendam outra língua, mesmo aos sessenta anos.

Coloquem a palavra FELICIDADE no topo da sua lista de prioridades: 7 de cada 10 doentes nunca ligaram para essas 'bobagens' e viveram vidas medíocres e infelizes - muitos nem mesmo tinham consciência disso.

Mantenha-se interessado no mundo, nas pessoas, no futuro. Invente novas receitas, experimente (não gosta de ir para a cozinha?
Hum... Preocupante). Lute, lute sempre, por uma causa, por um ideal, pela felicidade.

Dicas para escapar do Alzheimer:

Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas conexões.

Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que NEURÓBICA, a 'aeróbica dos neurônios', é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu cérebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso; limitam o cérebro.

Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios 'cerebrais' que fazem as pessoas pensarem somente no que estão fazendo, concentrando-se na tarefa. O desafio da NEURÓBICA é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional. Tente fazer um teste:

- use o relógio de pulso no braço contrário;
- escove os dentes com a mão contrária da de costume;
- ande pela casa de trás para frente; (vi na China o pessoal treinando isso num parque);
- vista-se de olhos fechados;
- estimule o paladar, coma coisas diferentes;
- veja fotos de cabeça para baixo;
- veja as horas num espelho;
- faça um novo caminho para ir ao trabalho.

A proposta é mudar o comportamento rotineiro!
Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu cérebro. Vale a pena tentar!
Que tal começar a praticar agora, trocando o mouse de lado?
Que tal começar agora enviando esta mensagem, usando o mouse com a mão esquerda?
FAÇA ESTE TESTE E PASSE ADIANTE PARA SEUS (SUAS) AMIGOS (AS).
'Critique menos, trabalhe mais. E, não se esqueça nunca de agradecer!'
Sucesso para você!!!


A cada 1 minuto de tristeza perdemos a oportunidade de sermos felizes por 60 segundos.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Momentos

As vezes a gente esquece por um momento que certas coisas existem, e esse momento pode ser longo, muito longo...mas em determinado momento a gente lembra e talvez sinta falta, ou não....mas o importante é que lembramos e isso é bom.
Enquanto eu ainda lembrar de tudo, nem que seja só por um momento, eu ainda terei certeza de que sei quem eu sou, mesmo estando tão longe de ser o que realmente sou.

Daniela S. Silveira

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Onde esta o FIM?

A cerca de dois anos comecei a escrever uma história, de inicio era apenas uma fantasia dessas de menina que a gente sonha em realizar um dia. Mas, em menos de 24h essa história de menina passou de contos de fadas para um romance... Passaram-se dois ou três dias e virou um suspense misturado com comédia e então se transformou em um drama.
Tentei colocar um ponto final nessa história, já que não sou muito fã de dramas, mas foi ai que veio o problema. Eu tinha certeza de que havia um ponto final, era um drama e acabou... PONTO. Mas não, não era um ponto, eram reticencias... E depois de seis meses a história continuou.
Já faz um ano que venho escrevendo essa história sem parar, incansavelmente, ou melhor...exaustivamente. Essa história já passou por todos os gêneros possíveis de se classificar, fantasia, romance, comédia, suspense, drama, erótico, policial, terror e por ai vai... Sabe quando você já se cansou da história, quando parece que a história é sempre a mesma, mesmo tendo tantas variações, parece que nada muda. Essa história é assim, sempre a mesma coisas, já não surpreende mais. É como um filme que você já decorou mas insiste em olhar de novo.
Muitas vezes eu decidi por um ponto final nessa história, acabar de vez com tudo isso, mas parece que sempre surge algo e eu coloco uma virgula... ai de repente eu me decido de vez e digo agora chega, não aguento mais a mesma história e PONTO final! Mas ai vem uma modificação e eu coloco reticencias...
Juro que tentei muitas vezes encaixar o ponto final, mas eu gosto de virgulas, eu coloco virgulas onde tem e onde não tem. Eu gosto de reticencias, embora não costume usa-las com frequência. Mas sabe quando parece que o ponto final não se encaixa?! Sabe quando parece que ainda falta alguma coisa, que a história não esta completa, mesmo que você já esteja cansado de escrever e as pessoas já estejam cansadas de ouvir, você ainda acha que falta algo, que se você colocar o ponto final, não vai ser completo e essa história não terá um final feliz e nem será uma história boa para se contar?!
Faz tempo que eu procuro o encaixe do meu ponto final, mas quando eu tenho certeza de que eu encontrei ele vem uma vozinha na minha cabeça que diz, "só mais uma virgula por favor! A história vai melhor!". E eu continuo aqui, nessa história sem pé nem cabeça... sem ponto final.


Daniela S. Silveira

domingo, 17 de julho de 2011

Socorro

São 4h da manha, eu já dei boa noite no Twitter e já tirei minha lente de contato para dormir. O fato é que a madrugada é o melhor horário para se escrever e bem, eu não resisti.
Sabe quando você esta cansada de mais para tirar a maquiagem do rosto, mas conseguiu forças para tirar fotos... é, eu estou assim.
Me sinto bem. Mas ao mesmo tempo, acho que falta algo... Esse algo pode ser a depilação em dia, unhas bem feitas por uma manicure, um peeling no rosto, a companhia do meu namorado, um amigo por perto, sentir a presença de Deus ou simplesmente a falta de mim mesma.
Não sou a mesma. Sim, sou a mesma, mas não eu mesma. É meu corpo, mas não sou eu. São minhas atitudes, mas não parecem minhas.
Bom, recentemente não tenho visto meus amigos, não tenho frequentado lugares que eu frequentava, não tenho conectado na internet, não tenho olhado jornais, não tenho ido na academia com frequência e... sei lá, não sou eu mesma.
Eu achava que eu só sabia atuar na frente de um espelho, mas acabei descobrindo que sou uma ótima atriz. Eu achava que eu tremia só quando tinha que falar em público, mas ai descobri que eu tremo o tempo todo. Tenho medo que seja uma doença. Eu achava que o mundo era lindo, até eu abrir os olhos, ai eu não consegui mais fechar. Eu achava que eu era uma pessoa que agia com o coração, que se entregava por completo e ama sobre todas as coisas, até alguém me mostrar que eu construí uma muralha a minha volta.
No que depende-se de mim, eu fecharia os olhos, eu me entregaria por completo, mas eu não consigo. Eu ouço o mundo o tempo todo, e ele grita por socorro. Eu ouço o rádio, a TV, as pessoas e tudo pede socorro... e eu não sei pra onde fugir.
Eu fecho os olhos, tento mentalizar coisas boas, mas ai vem os fleches na minha cabeça... fome, miséria, abuso, hipocrisia... é tanta indiferença.
-Socorro! Socorro! Todos gritam por socorro! Por que ninguém acude meu Deus! O mundo fechou os olhos, mas eu não consigo! Eu queria fechar, eu queria ser indiferente e hipócrita! Sim, eu queria! Queria não chorar a noite e não ter pesadelos. Queria não ver essa nojera toda... isso me dá raiva.
Meu sonho é fugir, ir pra bem longe. Um lugar que não tenha ninguém! Só campo. Longe da cidade, da população, da poluição, da tecnologia, de tudo! Quero ficar em paz.
Não seria tão bom se a gente tivesse todo o tempo do mundo para não fazer nada. Não tivesse obrigações, a correria do dia-a-dia. Se as pessoas não ligassem para os bens materiais, se as pessoas não tivessem maldade nos olhos e na cabeça. Seria tão bom não ter que se preocupar com nada e apenas viver.
Ah, eu ia querer passar o dia todo deitada na grama, olhando o céu e as estrelas. E ao meu lado, somente aqueles que amo. Não perderia-mos tempo, ficaria-mos o tempo todo juntos.
Sei lá, comecei esse texto sem um objetivo, mas acho que o que eu quis dizer é que, vai sempre ter um vazio dentro de mim, vai sempre me faltar algo e talvez, ninguém nunca consiga destruir a minha muralha. Mas eu ainda torço pelo dia que alguém vá conseguir, por que nem que seja por um minuto, eu quero ser feliz por completo. Nem que dure apenas um minuto.

terça-feira, 7 de junho de 2011

VIVA

Vim aqui dizer que sim, eu ainda estou viva, embora esteja um tanto quanto desaparecida... pretendo voltar. Pretendo ainda publicar as fotos, pois já comprei a câmera, o orkut já tem algumas, sei que tem várias nada a ver, mas só joguei tudo lá, depois arrumo.
Ah em fim, como diria o Abner da novela Morde & Assopra -"tá puxado!"
Falando em puxado, tenho que me puxar, tenho uma apresentação amanhã, e deveria estar estudando, mas antes de ir, queria colocar aqui um poema, que eu li em um ônibus, lembrei dele quando escrevi o título desta postagem.


SIGA!

A
Rua
Vida
só
tem
ida.
VIVA!

Eugenio Parente