terça-feira, 11 de agosto de 2009
Incomplete
Distant faces with no place left to go
Without you within me I can't find no rest
Where I'm going is anybody's guess
I've tried
to go on like I never knew you
I'm awake
but my world is half asleep
I pray
for this heart to be unbroken
But without you all I'm going to be is incomplete
Voices tell me I should carry on
But I am swimming in an ocean all alone
Baby, my baby
It's written on your face
You still wonder if we made a big mistake
I've tried
to go on like I never knew you
I'm awake
but my world is half asleep
I pray
for this heart to be unbroken
But without you all I'm going to be is incomplete
I don't mean to drag it on, but I can't seem to let you go
I don't wanna make you face this world alone
I wanna let you go (ohhh nooo)
I've tried
to go on like I never knew you
I'm awake
but my world is half asleep
I pray
for this heart to be unbroken
But without you all I'm going to be is incomplete
Incomplete
domingo, 9 de agosto de 2009
o que realmente dói?
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói, cólica,
cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se
amanhã.
Contudo,quando o amor de um acaba,ou torna-se menor, ao outro sobra uma
saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre
ocupada; se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na
Internet e encontrar a página do Diário Oficial; se ela aprendeu a
estacionar entre dois carros; se ele continua preferindo Malzebier; se
ela continua preferindo suco; se ele continua sorrindo com aqueles
olhinhos apertados; se ela continua dançando daquele jeitinho
enlouquecedor; se ele continua cantando tão bem; se ele continua
detestando o MC Donald's; se ela continua amando; se ela continua a
chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos; não saber
como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento; não saber como frear
as lágrimas diante de uma música; não saber como vencer a dor de um
silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ele está com outra, e ao mesmo tempo
querer.
É não saber se ela está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os
amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer .
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,
provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...
terça-feira, 28 de julho de 2009
Em busca da felicidade
Eram seis da manha, levantou da cama e foi direto pro banheiro, escovou os dentes e ficou se olhando no espelho, séria, ela era sempre séria. Cinco minutos se passaram, e ela continuava ali, imóvel em frente ao espelho, uma lágrima escorreu, então olhando com ódio para sua imagem no espelho disse: - Hoje, você vai encontrar a felicidade!
Vestiu seu abrigo vermelho e foi para a praça em frente ao seu condominio correr. Ela não praticava esportes, mas uma vez ela tinha ouvido no Globo Reporter que as pessoas que praticam esporte são mais felizes.
Ela não aguentava mais correr, mas ela ainda não se sentia feliz, então continuou. Estava ofegante, começou a ficar vermelha, já não conseguia levantar seus pés por completo do chão, acabou tropeçando em si propria e caindo no canteiro. Ficou ali deitada no chão por cerca de cinco minutos, recuperando o folego e olhando para a luz do sol por entre as arvores. Levantou, limpou a roupa com as mãos, e foi até a padaria, comprou tudo que havia de doces e foi pra casa.
Sentou na mesa, pegou uma rosquinha e ficou olhando pra ela, com o pensamento distante, mordeu, e tomou seu café da manha com indiferença.
Colocou sua roupa de grife, pegou sua bolsa e foi para o shopping, comprou as roupas mais lindas, e os sapatos mais caros, comprou as jóias mais desejadas e as bolsas mais visadas. Comprou tudo o que uma mulher gostaria de ter, e nem assim se sentia feliz. Sentou-se em uma mesa da praça de alimentação, e ficou olhando o sorriso e o brilho nos olhos de um garotinho que comia um Mc Lanche com brinquedinho, então pediu um também. Quando o lanche chegou, abriu-o com esperanças, mas sua boca não sorriu, nem tão pouco seus olhos brilharam, então comeu com indiferença.
Estava passando por um Park de diversões, viu tantas pessoas felizes que resolveu estacionar. Comprou uma entrada, comeu algodão doce e maça do amor, entre uma brincadeira e outra ganhou ursinhos de pelúcia, chapéus decorados e inúmeros brinquedos, mas não se sentiu feliz, então viu a montanha russa, e a forma como todos a olhavam, colocou tudo no carro e foi andar na montanha russa. Sentiu um frio na barriga, estava tudo passando tão rápido, começou a se sentir tonta, nauseas, estava tudo embaçado, vomitou sobre sua roupa de grife.
Chegou em casa, tomou banho e saiu sem rumo. Duas quadras depois avistou um outdoor com a propaganda do filme " A Proposta". Comprou pipoca, refrigerante, e sentou-se na ultima fileira. Não conseguia entender, por quê parecia tão engraçado para todos ali presentes, mas para ela, era tão indiferente. Saiu na metade do filme, sentou no carro, ligou o rádio e encostou a cabeça no volante.
Estacionou ao lado da Usina do Gasômetro, comprou água de coco e uma passagem de barco no Guaíba, comprou um CD e um colar dos índios que ali comerciavam. Subiu no barco, balançou, sentiu medo, segurou forte no banco. Não era tão emocionante quanto diziam, sentou-se para ver o pôr-do-sol.
No carro, indo pra casa, colocou o CD que havia comprado dos índios, sua cabeça latejou, desligou no mesmo instante.
Colocou uma calça colada, um blusa justa, arrumou o cabelo e se maquiou, pegou a bolsa, e saiu. Sentou no banco em frente ao balcão e pediu um café, escolheu uma musica no jukebox, e bebeu seu café olhando o movimento na Cafeteria.
Passou em uma banca de revista, comprou duas revistas e um Halls, entrou no Club. Bebeu seus drinks preferidos e dançou até se acabar, beijou alguns rapazes e trocou idéias, sentou-se em uma mesa na sacada, pediu mais um drink com chapeuzinho rosa, encostou a cabeça na mesa e ficou olhando pro nada.
Saiu do Club cambaleando, pegou a bolsa no carro e saiu andando, estava a poucas quadras de casa. Não conseguia parar de pensar na tal felicidade. Estava na esquina de casa, quando trancou o salto em uma pedrinha e caiu na calçada. Com dificuldade sentou-se e escorou a cabeça na parede, estava exausta. Ficou olhando fixamente para uma vitrine espelhada do outro lado da rua, começou a pensar na felicidade, onde será que ela se escondia, olhou para o chão, ela havia procurado em todos os lugares, parece que todos achavam, menos ela. Um raio de luz tocou seu rosto, fez uma careta enquanto tentava avista-lo, viu seu rosto fazendo careta de relance refletido na vitrine espelhada, olhou pra vitrine e tentou refazer a careta, mas não havia ficado igual, então tentou de novo, mas parecia que nunca era a mesma coisa, então começou a fazer várias caretas, e quando se deu conta, estava rindo de si mesma. Com um leve sorriso no rosto, parou e refletiu: " Você estava aqui o tempo todo, no lugar mais óbvio, mas que eu jámais procuraria; dentro de mim".
Ficou sentada por mais alguns minutos, rindo de si mesma, depois levantou e foi pra casa, agora que sabia onde a felicidade estava, não faltava mais nada, se sentia completa.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
A vida sempre continua
Os anos vão passando, e a nossa vida, que é sempre muito corrida, fica neste vai e vem de coisas novas e velhas. A cada coisa nova conquistada, uma festa, uma alegria, a cada coisa velha descartada, uma indiferença, uma tristeza.
Os anos passam e passam, e a gente, nesta correria do dia-a-dia, não para pra olhar para trás, pra ver tudo o que já foi novo e virou velho, tudo que um dia fazia toda a diferença e virou indiferente. A gente se nega a pensar e a lembrar de tudo o que deixou pra trás, pois o que importa é o que ta lá na frente nos esperando, é só o futuro que importa, o passado é passado, e como todo o passado, já passou. E é claro que você não vai perder um minuto do seu dia pra lembrar do passado, das perdas, e você pensa "a vida sempre continua", e ela continua mesmo.
E os anos que nunca pararam de passar, assim como você nunca parou pra pensar, passaram, passaram muito, e só agora que você se olhou no espelho que você notou, notou as rugas e as marcas de expressão, notou a pele a mais caida sobre os olhos, e as olheiras profundas das noites sem dormir. Parada, olhando fixamente para o espelho você não pensava em nada, apenas via seu rosto velho, o qual você já nem conhecia.
Após alguns minutos de choque, ainda a se olhar no espelho, se pos a pensar - Quem sou eu? - então voltou-se a lembrar da vida, e de cada momento marcante, de cada conquista e cada perda. Lembrou-se do primeiro beijo, o primeiro namorado, a primeira transa, o primeiro fora, o primeiro enterro, o braço quebrado e a forma como a mãe a cuidava, lembrou-se da familia reunida no Natal e no Ano Novo, lembrou-se de quando foi pedida em casamento, e da forma de como o casamento acabou, lembrou-se de quando descobriu que estava grávida, lembrou-se do parto e dos primeiros passos e as primeiras palavras...lembrou o acidente de carro, lembrou de tudo e mais um pouco, então voltou a ver seu reflexo no espelho e pensou - Porque deixei isso esquecido por tanto tempo? - então percebeu, que de todas as coisas maravilhosas que passaram por suas lembranças, nada era material, tudo era baseado em sentimento, nada daquilo o dinheiro poderia comprar de volta pra ela, ela havia perdido tudo, tudo o que de melhor ela conquistou na vida foi posto fora, foi descartado porque em algum momento ela achou que não havia mais valor. Mas agora, sozinha naquele pequeno banheiro de uma grande mansão, percebeu que todo o seu trabalho, todo o seu esforço tentando adiquirir o máximo possivel de béns materiais foi inútil, porque mesmo com toda a fortuna que possuia, não era capaz de comprar a vida de seu filho de volta, nem os carinhos da mãe, não poderia mais ver a familia reunida em uma grande ceia. Sua fortuna era inútil.
Em um cantinho daquele pequeno banheiro, ela ficou sentada durante horas, chorando pelas coisas que não poderia mais ter, chorando pelas coisas que não podia comprar. Mas como a vida sempre continua, lembrou-se da carta que recebeu do ex-marido após o divorcio, fazendo força levantou-se do chão, foi até uma das salas da mansão que a muito tempo não entrava, abriu um armário velho, e de dentro dele tirou uma caixa empueirada, abriu-a e tirou um envelope, nele continha o endereço e o telefone de seu ex-marido, eufórica pegou o telefone e ligou com esperanças de uma nova vida, mas após duas chamadas, um homem atendeu, não reconheceu sua voz então perguntou pelo nome de seu ex, e lhe foi avisado que ele havia falecido há duas semanas, aos prantos, sem acreditar no que ouvia, calou-se e pensou ser castigo, com o telefone ainda no ouvido escutou a voz do outro lado tentar lhe consolar, mas não conseguia prestar atenção no que ele lhe dizia, ela apenas repetia "minha vida acabou", o homem do outro lado da linha, já sem mais saber o que dizer, pediu seu endereço para que pudessem conversar com calma, ela entre soluços e lagrimas citou seu endereço sem nem pensar no que estava fazendo, ainda aos prantos se despediu da voz do outro lado, e se deitou em um pequeno sofá no centro da sala, e ali ficou como quem espera a morte.
Quinze minutos depois, toca a campainha, a empregada atende, e entra um senhor desesperado perguntado pela "mulher do telefone", a empregada confusa pede para que aguarde e diz que vai chamar a patroa. Procura ela por toda a casa e finalmente a acha, deitada no sofá, olhos inchados de tanto chorar, e dando leves soluços. Avisa que a um homem esperando-a na sala de espera, entre soluços pergunta assustada "Que homem?", a empregada tão confusa e assustada quanto, diz com receio "ele esta procurando pela mulher do telefone", ao ouvir isso, sem endenter direito o por quê, levantou de um salto e desceu as escadas correndo até a sala de espera. E lá estava ele parado, de costas, assim que ouviu os passos, se pós a olhar para trás. Apesar do olhar preocupado, era a pessoa mais bela que já havia visto, mas sem muito pensar perguntou " O que esta fazendo aqui?", ele continuo a olha-la fixamente e após alguns instantes, como se acordase de um pequeno transe, respondeu " Não sei, algo me disse que eu tinha que vir aqui"...
E como a vida sempre continua, acho que você já deve imaginar o final dessa história.
As vezes pensamos que perdemos tudo, que o mundo não faz mais sentido, e que a nossa vida acabou, mas as vezes um grande final indica um grande começo, só depende de você.
É como dizem, "a vida sempre continua"...
domingo, 21 de junho de 2009
Brincadeira de criança, como é bom ♫
Após a tarde no CLJ, eu e mais 5 amigos nos reunimos na casa do Lucas, onde passamos o final da tarde e inicio de noite brincando de mimica. Nossa, vocês não tem noção de como é bom! Eu não lembrava mais qual era a sensação..você esquece de tudo, dos problemas, do mundo, você ri, e não tem vergonha de bancar o palhaço, porque essa é a intenção, fazer seus amigos rir.
Ai depois fiquei lembrando de todas as vezes que me convidavam pra brincar, ou pra fazer alguma palhaçada, e eu me recusava pensando -"Que coisa de criança!"- agora eu vejo o quando essa "coisa de criança" poderia ter me feito bem, o quanto eu fui criança em pensar assim, em esconder essa criança que sempre esteve tão viva dentro de mim, como eu fui besta! Olha tudo o que eu perdi! Quantas gargalhadas deixei de dar, quantos amigos deixei de fazer, como fui boba, minha vida podia ser diferente, se eu tivesse deixado a criança dentro de mim sair pra brincar com as outras crianças, mas não, eu a prendi, como se o mundo fosse um lugar sério de mais pra ela, e só o meu lado "adulta" pudesse se mostrar. Besta, agora a criança quer sair, quer brincar, e eu é que não vou prende-la, deixa ela correr por ai, pular corda, brincar de boneca, de pique-esconde, pega-pega, amarelinha, vou deixar ela ser feliz agora que eu vi o quanto é bom ser criança. Como pude me esquecer do quanto é bom?! Ai se eu lembra-se quem foi que me disse que ser adulto que era bom, essa pessoa ia ver só! O que será que aconteceu comigo que fez eu mudar tanto, fez eu esquecer de que eu podia me esquecer de vez em quando, fez eu esquecer que as vezes rir por nada é bom também, e que se eu canto na rua sozinha, é porque eu estou feliz, e não porque preciso de um pisicologo.
Aii como é bom ser criança, queria que o mundo retrocedesse, e voltasse a quele momento em que toda a galerinha tava reunida, uns rindo, outros brigando e descotindo, tem aquele emburrado, o que desiste da brincadeira no primeiro erro (eu xD), tem o mais velho que todo mundo puxa o saco, tem o mais novo que sempre fazem de bobinho e por ai vai.. mas mesmo com tudo, era bom, as brigas não duravam quase nada, uma hora a gente se odiava, na outra eramos novamente os melhores amigos.. aii como era bom, nada nos preocupava, a gente não tinha medo de nada, não quando estavamos juntos, a gente sempre inventava alguma coisa pra fazer, e quase sempre um saia chorando, mas depois voltava rindo, pronto pra outra. Era tudo tão bom e nem nos demos conta que o tempo tava passando, e nós estavamos crescendo, e cada um seguindo por um lado diferente, deixamos de ser crianças e nem vimos. Guardamos aquela criança em algum lugar dentro de nós, um lugar escuro, esquecido, pobre criança, imagina o quanto não sofreu sozinha todo esse tempo.
Vamos resgatar a criança que existe dentro de cada um de nós, não deixe ela ficar sozinha neste lugar esquecido dentro de você, eu já encontrei a minha, será que você consegue encontrar a sua?
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Preconceito homossexual
Bom, vendo uma reportagem no jornal de hoje, fiquei absolutamente revoltada, com tamanho preconceito que tem rolado pelo mundo todo. O preconceito que no momento me refiro é o preconceito contra os homossexuais, pesssoas que preferem o mesmo sexo. Na reportagem do jornal de hoje falava da Parada Gay de São Paulo, e mostrava a extremamente vergonhasa agressão feita contra um homossexual, que foi espancado até a morte. Ai eu me pergunto, qual o motivo da agressão? Qual o motivo do preconceito?! Nós vivemos em um mundo livre, as pessoas tem o direito de ir e vir, já ouviram falar em Livre-arbitrio? Fala sério, cada um tem o direito de escolher o que é melhor pra si!
E o pior de tudo é saber que esse tipo de preconceito esta espalhado pelo mundo todo, as pessoas acham que todos tem que ser iguais, mas não é verdade! Esse tipo de preconceito é no mínimo revoltante! E tem gente que ainda diz - Mas não adianta mais prender, não tem mais espaço nas cadeias, onde era pra ter 100 presos, já tem 300, eles não tem mais onde enfiar, tem uns que estão indo pra casa antes mesmo da hora! - Pois por mim, pode botar até 400 na mesma cela, e que se matem de uma vez lá dentro, se eles não se preocupam em matar, agredir fisicamente e verbalmente as pessoas, não se preocupam com os familiares que sofrem tanto com tudo isso, então porque nós temos que nos importar com eles? Não estou dizendo que sou a favor da pena de morte, pois não sou como eles, mas se eles querem agir como monstros, então devemos trata-los como monstros! Até porque uma pessoa que espanca um ser até a morte, por puro preconceito, nada mais é do que um monstro!
E pra terminar essa matéria, por favor, não chamem mais estes "monstros" de "animais", porque os animais são bons de mais para serem comparados a eles.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Uma vida, um sonho
Então um dia você descobre que alcançou seu sonho, não é exatamente o que você quer, ainda falta algumas conquistas, você ainda não o alcançou completamente, mas esta tão feliz, que age como se já tivesse tudo o que queria. Mas no fundo você ainda batalha pra alcançar o seu ideal, se planeja pelos cantos, pois não quer que ninguém saiba que ainda falta algo, você quer que pensem que você esta realizado e completo com o seu sonho, mas VOCÊ sabe que não esta, você sabe que ainda falta algo para seu sonho se realizar por completo, e então você luta e corre atrás de seu sonho em silêncio.
Você não quer que ninguém escute o seu desespero nas noites desconsoladas onde seu sonho não se faz presente. Você não quer que ninguém veja o quanto esta sofrendo com tudo isso, mesmo precisando de ajuda você se nega a aceitar os fatos. Você abraça as pessoas como se fazendo isso estivesse sendo consolado, e as pessoas te consolam sem saber o porque. Você inventa qualquer desculpa para as lágrimas que correm por seu rosto, pois o seu sonho é real, você sabe que é real! Mas ele parece tão distante, mesmo que tão proxímo.
Ai um dia você acorda e vê que o sonho não era tão real quanto parecia, e que a força que você passava a todos realmente não existia, e que tudo aquilo que parecia que ia dar certo, não vai dar. Mas não é porque você não lutou, não é porque você não correu atrás, não foi por falta de vontade, foi porque o seu sonho era mais do que você podia no momento, foi porque por mais que seu sonho estivesse ao alcaçe das mãos, ele era inatingivel.
Você deita na grama, de baixo do sol, e lá você fica até que o sol se vá e a lua e as estrelas venham. Você conta as estrelas, ninguém te entende, você esta longe de tudo e de todos. E todos pensam - desistiu- mas não, você não desistiu, apenas parou pra pensar se tudo isso valia a pena, e decidiu que vale sim, que sempre valeu. Mas você sabe que no momento não adianta você correr, você não vai alcançar. Então tudo o que você tem a fazer é esperar. Esperar que os dias passem, esperar que a hora certa chegue, e nunca se esquecer de que você tem que se mater vivo(a), porque se não, nada disso terá valido a pena.